Louvores

O Senhor tem agraciado o Ninho das Águias com composições, proporcionando aos adoradores do MPNDA, oferecerem hinos, salmos e cânticos espirituais espontâneos e proféticos. Conheça nossos louvores.

Graffiti Evangelista

Graffiti, intercessão, evangelismo e inclusão cultural: tudo isso é o Graffitti Evangelista, um encontro de graffiteiros organizado pelo Ninho das Águias. Quer levar o Graffiti Evangelista à sua comunidade? Saiba como.

Escola de Profetas Ninho das Águias

A EPNDA, busca maior compreensão da fé e da verdade revelada, associando a teologia ao sobrenatural. Além da teologia propriamente dita, a EPNDA investe no preparo prático para o sobrenatural, para a intimidade e comunhão diárias com Deus.

Guerreiros de Deus

A revista Guerreiros de Deus é um projeto idealizado por André Alves e Lya Alves. Admiradores de quadrinhos e sem opção de leitura diante das temáticas atuais, os dois profetas foram inspirados por Deus a criar esta saga de aventura... Saiba mais

Palavra

André e Lya, através da pregação do evangelho, têm preparado odres novos, para o receber o vinho novo, levando estes odres ao rompimento com o velho a fim de estabelecer um relacionamento íntimo, simples e diário com Deus.

Profecia

"Ao final de 2015 vocês estarão graduados em batalha, mas em todas elas vocês verão a Minha Glória", com esta palavra o Senhor encerrou o ano de 2014, abrindo um novo tempo no ano que seguiu. Saiba mais.

Seu próximo Manual de Batalha Espiritual está sendo escrito!


A maioria dos livros modernos sobre "batalha espiritual" são, na verdade, manuais de vida devocional com linguagem militarizada.

Eles falam de oração, jejum, santidade, obediência, vigilância - fundamentos essenciais, mas não propriamente estratégias de guerra espiritual. Ou seja, tratam do estado do soldado, e não do campo de batalha.

A diferença entre "vida cristã" e batalha espiritual.

Vida Cristã

Batalha Espiritual

Foco na formação do caráter e santificação.Foco no confronto de inteligências espirituais e estratégias de domínio.
É pessoal, contínua e interna.É territorial, coletiva e estratégica.
Ensina a resistir ao pecado.Ensina a discernir movimentos espirituais e reposicionar luz e autoridade.
Usa armas espirituais genéricas (oração, jejum, fé).Usa discernimento, mapeamento espiritual, intercessão profética, quebra de pactos, reposicionamento de autoridade, etc.


Eu fiz um levantamento dos livros de batalha espiritual lançados nos últimos dois anos. POucos livros, e ainda assim, apenas "mais do mesmo". Porque os livros parecem "mais do mesmo"?
  1. Medo editorial: editoras evitam temas de hierarquias demoníacas, portais, dimensões ou intercessão estratégica por receio de parecer “místico demais”.

  2. Mercado conservador: grande parte do público cristão tradicional quer consolo e motivação, não operações espirituais complexas.

  3. Falta de campo de prática: poucos autores escrevem a partir de experiências reais de confronto espiritual (territorial, intercessório, coletivo).

  4. Confusão conceitual: “batalha espiritual” virou um guarda-chuva que cobre tudo — de orações simples a exorcismos — sem distinção clara.

Mas há bons autores e obras raras e valiosas de batalha espiritual e no próximo post vou fazer essa lista pra você. Nesse post vou listar armas de batalha espiritual individual  e armas de batalha espiritual estratégica.


Armas espirituais inidividuais

    Quando a batalha é a batalha do dia a dia, no nível pessoal no nível da familia, as armas genéricas são suficientes.  Eu vou dar alguns exemplos das mais usadas e citar os livros que considero bons para esse momento.  Essas são “genéricas” porque podem ser usadas em qualquer tempo e lugar, por qualquer cristão — mesmo sem preparo técnico em guerra espiritual. Mas, quando combinadas, tornam- uma muralha viva de poder e coerência. 

1. Louvor e adoração
2. Disciplinas espirituais: jejum, oração, oferta, silêncio, confissão e arrependimento contínuo, gratidão, comunhão, unidade, serviço, etc (veja a playlist do meu curso de Disciplinas Espirituais)
3. Perdão
4. Palavra falada (declaração e proclamação)
6. Santa Ceia / memória do sacrifício
7. Dons espirituais
8. A armadura de Deus
9. Poder de Deus
10. A cobertura do sangue de Cristo

E oque seriam as armas de batalha espiritual estratégica?

As armas espirituais não genéricas (ou armas de combate direto) não são usadas o tempo todo, porque são liberadas de acordo com a missão. Podem ser usadas por qualquer pessoa? Sim. O Deus que chama para a batalha, negaria as armas? Masmo Deus que chama também treina. Então é crucial aprender a ouvir a Deus, e ter o chamado pessoal, individual, intransferível, para a batalha.  Elas exigem discernimento, santificação e autoridade delegada — porque lidam com inteligências espirituais, portais de influência e territórios simbólicos.

9 Armas espirituais próprias da batalha espiritual estratégica

1. Autoridade Delegada (nome e posição em Cristo)

  • É o “mandato espiritual”.

  • O inimigo não teme emoção, teme jurisdição.

  • Quando alguém atua em nome de Cristo, não apenas ora — emite decreto com base legal celestial.

  • Exemplo: apóstolos expulsando demônios, repreendendo tempestades, discernindo espíritos.

  • Sem autoridade legítima, o confronto gera desgaste ou retaliação.


2. Mapeamento espiritual (discernimento territorial)

  • Técnica usada em missões, intercessões e ministérios proféticos.

  • Envolve ler as marcas espirituais de um território — histórias, pactos, símbolos, injustiças — que dão legalidade a forças opressoras.

  • O objetivo é reconhecer e desativar pontos de domínio espiritual através de arrependimento, louvor direcionado, atos proféticos ou presença redentora.

  • Peter Wagner e Ana Méndez Ferrell descrevem isso como “inteligência espiritual de campo”.


3. Intercessão estratégica (ou profética)

  • Vai além da oração tradicional.

  • O intercessor ouve antes de falar — ele atua em resposta à direção do Espírito.

  • Pode envolver atos simbólicos, gestos, palavras-chave, ou orações em lugares específicos.

  • É semelhante a uma contraoperação espiritual: neutraliza, reposiciona e planta nova semente espiritual no ambiente.


4. Quebra de pactos e anulações de alianças

  • Atua em níveis pessoais, familiares ou coletivos.

  • Usa princípios de confissão, renúncia e reposicionamento em Cristo para romper vínculos espirituais contrários (conscientes ou herdados).

  • A ideia é retirar o “direito legal” de atuação do inimigo, ou cancelar o acesso.


5. Atos proféticos

  • São gestos inspirados que ativam significados espirituais no mundo físico.
    Exemplo: Eliseu jogando sal na fonte amarga; Josué circundando Jericó; Isaías andando descalço como sinal.

  • Um ato profético é como uma assinatura espiritual, selando o que foi discernido.

  • No contexto atual, pode ser plantar uma bandeira, tocar um instrumento, caminhar por um bairro, desenhar um símbolo — desde que direcionado pelo Espírito, não pela emoção.


6. Armadura de Deus (Efésios 6) — aplicada conscientemente

  • Muitos citam, poucos aplicam de forma estratégica.

  • “Capacete da salvação” pode ser usado para blindar a mente contra pensamentos induzidos;

  • “Escudo da fé” para repelir setas psíquicas (culpa, medo, vergonha);

  • “Espada do Espírito” para cortar padrões mentais falsos.

  • A armadura é mais que metáfora — é revestimento de poder e de autoridade.


7.  Guerra judicial (tribunais celestiais)

  • Tema avançado: entendimento de que Deus é Juiz, e algumas batalhas não se vencem lutando, mas pleiteando causa no tribunal celestial (Daniel 7:10).

  • O guerreiro apresenta causas, confessa culpas e reivindica justiça em Cristo.

  • Exige profundo discernimento espiritual e humildade.


8. Envio de anjos e cooperação angelical

  • Base bíblica: Hebreus 1:14 (“são espíritos ministradores, enviados a favor dos que hão de herdar a salvação”).

  • Em batalha espiritual, o guerreiro invoca o envio de anjos com base na Palavra, nunca como comando autônomo.

  • É uma forma de coordenação espiritual — não domínio sobre eles.


9. Silêncio estratégico

  • Às vezes, a maior arma é não reagir verbalmente.

  • O silêncio espiritual cria espaço para reposicionar a atmosfera.

  • Jesus usou essa arma diante de Pilatos: não alimentar a energia do conflito.


Usar estar armas requer discernimento do tempo, território e  missão, o mesmo princípio que Daniel, Eliseu e Paulo seguiram: agir com sabedoria e precisão, não apenas com fervor. A lista a seguir tem o básico que você precisa e ainda te dá bons fundamentos para avançar para o nivel estratégico. Há muitos outrs bons livros? Claro que há, estou listando alguns dos que considero essenciais.

- Celebração da Disciplina- Richard Foster

- Oração: o refúgio da alma - Richard Foster

- Chaves mestras para Revelação do Reino _ Emmerson Ferrel

- O poder secreto do jejum e oração - Mahesh Chavda

- Oração Intercessória - Dutch Sheets

- A isca de satanás - John Bevere

- Debaixo de tuas Asas - John Bevere

Até o próximo post!
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